{São Paulo, 1989}
Eu sou a folha de papel
Em branco.
Para que você seja…
Tem o infinito em mim!
Escreve, diz, invade
E no meu vazio está.
Seja você em movimento.
Tenho medo.
As palavras vêm,
O verso vem.
Tenho medo do infinito.
Pra que temer e não ser?
Pra que parar de viajar?
Pra que calar e acabar ,
Se a vida pede e segue?
Seguirei contigo todas as manhãs.
Segue em mim alguma coisa.
Tenho o infinito todo dia.
Tenho tudo que eu queria.
VOE ANDORINHA!
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