{São Paulo, 1988}
No terreiro,
Em volta da fogueira,
O Zé Cocheiro e eu.
O fogo clareava a minha face.
Eu falava de televisão,
De foguete,
Do homem à Lua.
No terreiro,
Em volta da fogueira,
Conversávamos,
Zé Cocheiro e eu.
O fogo clareava a face dele.
Ele falava do mato,
Do saci,
De como enfrentou o saci.
No terreiro,
Em volta da fogueira,
Encantávamos,
Zé Cocheiro e eu.
O fogo clareava nossas faces.
Eu falava de foguete.
Ele falava do saci.
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