Nas horas solitárias

{São Paulo, 1987}



Escrevo poemas,
Arrebento regras morais,
Corto antigas mordaças,
Busco o sentimento!
Quero, acima de tudo,
O sentimento!

Não sei se em vão,
Tento com razão,
Retirar do meu rosto
A máscara covarde.
Covardemente imposta
Enquanto eu perdia meu pai.

Arrebento!

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