{Jaú, 22 de dezembro de 2004}
Eu estava andando pela rua
Quando encontrei o livro “O Anticrítico”
Depois conheci a poesia concreta:
Augusto de Campos,
Décio Pignatari,
Haroldo de Campos.
Uma série de publicações de poesias:
“O rei menos o reino”,
“Viva vaia”,
“Expoemas não”,
“Poesia é risco”.
Uma série de traduções:
E.E. Cummings,
Ezra Pound,
Maiakovski,
Mallarmé,
William Blake,
John Donne,
Raimbout,
Arnaut,
Paul Valery,
John Keats,
John Cage,
Rilke.
Um poeta que não pára.
Um amigo sempre atento.
Um amigo sempre pronto.
“Leia os clássicos”,
“Veja Fernando Pessoa”:
“O poeta é um fingidor…”.
“A poesia vai contra a barbárie”.
“Lute contra a estupidez com o seu próprio sangue”.
Às vezes uma frase dele que também é minha:
“Tenho o tamanho do meu grito”.
“Leia os clássicos”,
“Veja Jorge Luiz Borges”:
“O fato central da minha vida foi a existência das palavras e a possibilidade d tecê-las em poesia”.
Eu paro, olho do lado
E quero dizer como meu amigo:
“Nada no mundo tira o amor que eu tenho!”.
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