{Jaú, 16 de novembro de 2004}
Às vezes quando eu chegava de viagem, quando a luta era dura, os anos difíceis, eu encontrava nas janelas das casas em volta da igreja matriz as mulheres de Jaú.
Elas ficavam nas janelas de suas casas observando a rua e a igreja, observando os cidadãos, cuidando do mundo.
Muitos homens, muitas pessoas passaram em frente das janelas dessas casas e lá estavam as mulheres de Jaú dando “Bom dia!”.
Vendo as pessoas e cuidando do mundo.

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