Eu conheci o seu Celso Pacheco quando cheguei em Jaú, em 1993, no Jahu Clube, quando ele teve que resolver um desencontro entre eu e outras pessoas.
Ele se aproximou de mim, perguntou sobre meu pai que havia falecido quando eu tinha 6 anos, em 1965, eu disse que sim, que minha mãe me contou muita coisa da vida dele.
Seu Celso havia sido prefeito de Jaú, era um bom político, sério e honesto.
Nós nos encontramos diariamente para passar o tempo em partidas de baralho, sem apostar dinheiro.
Um dia ele me falou sobre as diferenças ideológicas entre as pessoas:
– Nabuco, você pode pensar livremente, desde que não pratique violência.
Eu admirei a posição desse homem que havia cumprido sua tarefa com respeito e dignidade.
Seu Celso morreu em 2009, deixando ao povo jauense uma lição.
No seu enterro, a população jauense foi se despedir.
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