{Jaú, 29 de agosto de 2003}
Olho para a mesa que me acomoda,
Penso que alguém a sonhou e a construiu.
Olho em volta:
As cadeiras,
Os quadros,
As fotografias,
A janela,
A cidade,
O país,
Os continentes…
E tudo era um sonho.
Lembro de você,
Dos nossos encontros,
Do nosso amor
Que se quebrou como um cristal.
Vejo as crianças correndo na praça.
Vejo as crianças aprendendo a escrever.
Vejo homens caminhando pelas ruas.
Olho para o céu azul,
Parece um milagre,
Penso que alguém o sonhou.
Penso nos deuses,
Será que eles não eram sonhos?
Agora escrevo,
Me invento, realizo e sonho com alguém.
Tudo é sonho!
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