São Paulo

{Jaú, 29 de agosto de 2003}



Arranha-céu,
Janelas que observo à distância,
Milhões de janelas,
Cada uma com seus segredos.

Avenidas,
Automóveis,
Cada um trazendo um sonho,
Histórias de perdas e glórias.

Fumaça das fábricas,
Barulho das construções,
Raça dos homens
Que se afirma nesse tempo.

Nas ruas seguem as bundudas,
Bundas macias
Que vão cantando.

Seguem os corintianos loucos
Com seus gritos roucos.
Raça e fé em busca de glória.

Travessias, amigos,
Ora calados, ora cantando
Nessa estrada de perdas e ganhos.
São Paulo está na minha pele!

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