{São Paulo, 1988}
Meu Deus,
Tanta botinada!
Tanta botinada!
Pra quê? Pra quê?
Tudo é nada perto dela.
Tudo é nada perto dela.
Ser poeta ou morrer debaixo das rodas de um caminhão.
Meu Deus,
Tanta botinada!
Tanta botinada!
Pra quê? Pra quê?
Tudo é nada perto dela.
Tudo é nada perto dela.
Ser poeta ou morrer debaixo das rodas de um caminhão.
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