{São Paulo, 1987}
O caminhoneiro é solitário
Durante a noite,
Nas ruas de São Paulo.
Ninguém na rua.
Árvores e edifícios em silêncio,
Desolados.
Às vezes um automóvel,
Às vezes outra pessoa.
Um casal de namorados
Se despedindo.
Mas em geral,
O caminho é solitário
Ao som dos próprios passos…
Tof
Tof
Tof
Tof
Tof
Tof
Tof
Tof
Tof
Tof
Entre árvores e edifícios,
Desolados.
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