{Jaú, 30 de julho de 2004}
Meus gritos, minha revolta,
Minha cegueira, minha loucura,
Eram um descontrole diante da violência,
Eram um descontrole diante da estupidez.
Eu era um barco que perdeu o rumo
Ao encontrar violência.
Eu era um barco que perdeu o rumo
Ao encontrar mulheres feridas.
Hoje minha poesia, meu desenho,
São um acalento,
Indicam caminhos,
Têm uma certa educação
Que vem do próprio corpo da mulher.
Hoje minha poesia, meu desenho,
Encontram caminhos,
Se aliam a pessoas
Que desejam seguir em frente.
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