{Mogi das Cruzes, 1981}
Hoje não é sábado,
Hoje não é segunda,
Muito menos domingo.
Hoje não é nada
Porque hoje é tudo!
Os pássaros cantando,
Anunciando a alvorada.
O céu clareando,
Abrindo a cortina.
O sol iluminando,
Pintando a cidade,
Pintando as casas,
Pintando as pessoas,
Pintando as árvores
E depois agasalhando
Tudo o que tem vida…
E subindo, subindo
Até não fazer mais sombra.
Depois vai descendo, descendo.
Vai descendo…
A silhueta das árvores,
Do horizonte como um adeus.
O olhar derradeiro
E depois o segredo.
A noite vem em silêncio
E abraça tudo para o descanso.
Amanhã tudo se repete,
Sem hora marcada,
Assim, sempre.
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