Ao bar da esquina

{São Paulo, 1987}



Com o coração perdido,
Passo meu tempo
Rompendo amarras,
Arrebentando as prisões
E regras inexistentes.
Feito Dom Quixote
Enfrento moinhos de vento.
Procuro no escuro,
As profundezas do homem.
Quero romper tudo,
Mas tudo está aí!
Bem ou mal,
Tudo está aí.
Divago na metafísica.
Quero um caminho
Que vai dar no homem.
Há tantos homens no bar da esquina,
Tantas histórias.
Há um herói em cada pessoa que encontro.
Eu aqui, perdido,
Sem sorriso, sem saber…
Ao bar da esquina!

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