{São Paulo, 1990}
Se queres o sublime,
Ouça o que eu digo:
Cego de dor
E de ódio,
Há muito tempo parti
Em busca do sublime.
Mas a vida ensina…
Esqueça teu inimigo
No rio de ódio,
Que ele mesmo semeia.
Siga teu rumo
E reacenda a chama,
Pois não há canção sem fogo.
Nem temas a loucura,
Pois se há amor,
Há saúde.
Deixe que a natureza cuide e reine
Nesse templo enorme,
Onde só Deus poderia ser tão criativo.
Luz da manhã
Que aquece e ilumina teu dia,
Teu corpo,
O sublime,
Amigo, está em toda parte!
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